terça-feira, 3 de outubro de 2017

HQPB 2017 Está Chegando, Não Perca Esse Evento, Hein!??


   Nesse final de semana teremos mais uma edição do HQPB e dessa vez teremos uma porção de atrações interessantíssimas como Detonator, icônico personagem do humorista Bruno Sutter; David Lloyd, o mítico desenhista de V de Vingança; Nyvi Estephan, jogadora de LoL; Mike Deodato Jr., o quadrinista que dispensa comentários.

   Mas além de tudo isso teremos quadrinhos. Sim, GIBIS, MANGÁS, COMICS, LIGHT NOVELS, FORMATINHOS, FORMATO AMERICANO e muito mais direto da loja Comix. Esse ano teremos o acervo da Comix no evento para o deleite de aficionados por quadrinhos.

   Agora, a melhor parte, esse evento fantástico está com o ingresso custando apenas R$ 40,00 antecipado; meia entrada antecipado custa apenas R$ 20,00! Sinceramente, não em como você perder. Mesmo eu que estou em semana de provas faço questão de relaxar um pouco nesse encontro que será nesse final de semana, 7 e 8 de Outubro no Espaço Cultural José Lins do Rego no Tambauzinho, não tem errada: o seu final de semana será aqui!

   Sobre a programação do evento você encontra tudo o que precisa saber clicando aqui.

   A tabela de preços dos ingressos é a seguinte:

INGRESSOS ANTECIPADOS INDIVIDUAIS  PARA O DIA 07 OU 08 DE OUTUBRO – R$ 40,00 (INTEIRA) / R$ 20,00 (MEIA ENTRADA)

COMBO PROMOCIONAL PARA ACESSO AOS DOIS DIAS DO EVENTO 07 E 08 DE OUTUBRO – R$ 70,00 (INTEIRA) / R$ 35,00 (MEIA ENTRADA)

 INGRESSOS INDIVIDUAIS NOS DIAS DO EVENTO 07 E 08 DE OUTUBRO – R$ 50,00 (INTEIRA) / R$ 25,00 (MEIA ENTRADA)


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Onde Comprar os Ingressos?

Um dos novos pontos de venda de ingresso é a Música.com, loja situada na Av. Visconde de Pelotas, 79, Centro de João Pessoa.

Atenção: Música.com estará vendendo SÓ COMBOS PROMOCIONAIS. Para comprar ingresso individual, visite a loja ABRAKADABRA,no Tambauzinho.

A loja Master Hero no centro estará vendendo ambos os tipos de ingresso, tanto os combos promocionais quanto os individuais.

Caso deseje comprar ingressos direto na página do HQPB, acesse: hqpb.com.br

Comprando no site do evento há inclusive opões de parcelamento. As oportunidades para que você não perca esse encontro são inúmeras, caro leitor!
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   O Nerdebate realizou uma live contando com o Lord Luiz Felipe, Sergio Peixoto, Filipe Headley, Janúncio Neto e Marcio Albuquerque. Nesse podcast extraordinário foram passadas várias informações e expectativas quanto a essa edição do HQPB. Ouça o podcast e fique informado! Sério, tem informações importantíssimas acerca de restrições com alimentos e bebidas que estão sendo apresentadas com semanas de antecedência, então para evitar qualquer tipo de constrangimento.




   Para mais informações sobre o evento, visitem a página de Facebook que em breve o pessoal irá lhe responder: https://www.facebook.com/HQPB.JP/

   Curta, compartilhe e comente! Chame seus amigos de trabalho, da escola, faculdade, chame sua família e passe o final de semanas no HQPB 2017 que tudo indica que será uma das melhores edições de todas! 
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Clovis de Castro escreveu o texto e espera encontrar todo mundo lá!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

XII Festival Japão na Paraíba! Fui lá e Conto o Que Achei!


Essa é a entrada da Usina Cultural Energisa. Estava bem ornamentada e boni... Ignorem minha pose besta e o pessoal ao fundo.

O XII Festival Japão na Paraíba se deu em 16 e 17 de setembro na Usina Cultural Energisa, sendo entrada franca na estrei e no domingo fora cobrada a simbólica taxa de 10 reais para entrada. Teve inicio na manhã do sábado, às 09 horas da manhã e foi até por volta das 21 da noite. O mesmo se deu no dia seguinte.

O evento fora organizado pela Associação Cultural Brasil-Japão na Paraíba e Universidade Federal da Paraíba e essa parceria trouxe importantes figuras que representam muito bem o Japão, como os senhores Hilton Cassiano, Akio Yamaoka o casal Miriam Sumie e Shigeo Saito, todos importantes musicistas de música clássica japonesa; Akira Yamada, embaixador do Japão no Brasil e outros que infelizmente não me recordei no momento em que escrevia o texto.

Tive a oportunidade de acompanhar a apresentação musical desses excepcionais e músicos e confesso que esse foi o ponto alto do primeiro dia do evento, pois pude assistir por cerca de 1h30m a apresentação do professor Akio Yamaoka e Hilton Cassiano que se mostraram verdadeiros mestres em Shakuhachi e Kôto.

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Algumas Atividades do Evento

As oficinas foram interessantíssimas: Oficina nihongo (língua japonesa); oficina mangá; oficina de origami; oficina de ikebana (arranjos florais).
Exibição de Tokusatsus e filmes, como a animação Kimi no na wa e o drama Aruitemo Aruitemo.
Projetos de cultura oriental com direito a execução instrumental de música folclórica japonesa e a apresentação do coral Hatsushinode e do grupo de Taikô Tatakinan.
Mesa redonda sobre "Um olhar de fora sobre o Japão".

Esse sou eu tentando usar Arco e Flecha
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E vejam só! Quase acertei o alvo. QUASE!

Um dos motivos que levou meu amigo Rodion (ou Tom, como preferirem) a ir ao encontro foi a abertura do Taru de Saquê, o que também aconteceu no primeiro dia do festival.

Outras atividades de alta qualidade também se deram no segundo e último dia do evento, mas não me fiz presente, dentre elas inúmeras apresentações de artes marciais como Kendô, Iaidô e Kyudô.
Palestra sobre "O moderno e o tradicional na Cultura Japonesa"
Asian Pop.
Desfile de Cosplay.

Mesmo que o desfile de cosplayers tenha sido no dia seguinte ainda foi possível encontrar um número razoável de cosplayers!

Lembro que essas foram só algumas das atividades realizadas. Bem verdade, a organização do evento teve bastante cuidado para tornar a programação a mais variada que puderam e acredito realmente que, na medida do possível eles proporcionaram um festival de qualidade ímpar e pouco visto em João Pessoa.

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O que é a ACBJ-PB?

"A Associação Cultural Brasil-Japão da Paraíba (ACBJ-PB), entidade sem fins lucrativos, surgiu, em novembro de 2004, em uma reunião de descendentes e entusiastas da cultura japonesa, que tinham como propósito cultivar e promover a cultura nipônica, através de cursos de idiomas, atividades culturais e recreações."

Havia uma exposição de castelos e feudos japoneses no Festival. São miniaturas belíssimas!

"A Associação funcionou no endereço residencial, rua. Tertuliano de Castro, 893 – Bairro do Bessa, em caráter provisório por conta do registro do CNPJ, o período de funcionamento neste endereço foi de 2004 até meados de 2009. E atualmente, a organização funciona na rua Manoel Paulino Jr., 571 – Tambauzinho – João Pessoa – PB."


(Texto extraído diretamente da página oficial da Associação de Cultural Brasil-Japão da Paraíba. vide, http://acbjpb.org/a-associacao/historia/)
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Informações sobre Associação Cultural Brasil-Japão na Paraíba:

Caso esteja interessado nas atividades que a ACBJ-PB realiza, esteja a vontade para obter mais informações direto na fonte:

>Link da ACBJ-PB no Facebook aqui

>Link da ACBJ-PB, Página Oficial aqui
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Conclusões

Em suma, o evento foi melhor do que o esperado, ao menos foi a minha impressão.

Foi um bom encontro para se levar a família. Qualquer um poderia apreciar um pouco que seja, visto que não era voltado unicamente para um nicho específico, como geralmente se percebe nos eventos de cultura pop onde você sabe que encontrará cosplayers, fãs de quadrinhos e gamers. Não. No XII Festival Japão na Paraíba era possível ver uma gama maior de pessoas, assim como disse: era um evento para toda família.


Ora, essa foi uma tarde memorável...

Algo interessante ressaltar é o fato de determinadas atividades ter um viés pedagógico alto, sem ser cansativo, e no fina das contas boa parte das atividades que o Festival trouxe era para se aprender um pouco mais sobre Cultura Japonesa e não unicamente para passear, e foi justamente por esses dois vieses que acabei gostando tanto do evento: por propor não só um passeio, mas também transmitir informação.

Espero que o festival continue por muitos e muitos anos a realizar novas edições que certamente voltarei a visitar nos anos seguintes.
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Clovis de Castro escreveu a resenha, foi ao evento e guarda boas recordações desse dia especial.  

sábado, 9 de setembro de 2017

Death Note Netflix!



Confesso que não costumo assistir televisão. Ao menos não com a frequência de antigamente, como quando eu era criança, por exemplo. Se me viro para a televisão é para jogar videogame, num desses finais de semana vagos... A Netflix é para mim televisão, ou uma extensão dela. Então, eu muito pouco assisto da Netflix também e Somente algo que realmente me desperte atenção fará com que eu dê uma chance.

Umas três semanas atrás minha mãe me chamou para assistir ao filme Death Note da Netflix. Curioso com o produto, mas não o suficiente para me deixar eufórico, marquei de assistirmos na noite seguinte.

...E eis que na noite seguinte não assistimos. Só no fim de semana seguinte assistimos e os parágrafos seguintes formam a minha impressão do que foi Death Note Netflix (sim, passarei a chamar o filme assim nesse texto).


As Primeiras Impressões

Sinceramente, esse não foi o primeiro longa live action e nem será o último da série Death Note. Lembro de ter lido pela primeira vez sobre produções nipônicas de Death Note em live action desde 2009. Na citada época, tinha lido em alguma AnimeDo sobre as adaptações da série em longas 

As versões japonesas, como muitos já devem ter assistido, seguem a mesma linha do mangá/anime, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. Se você quer ver uma produção cinematográfica narrando exatamente aquilo que você já viu, vá em frente. Agora, se quiser algo novo... vai ter que assistir Death Note da Netflix, que mesmo não sendo bom (e não é mesmo) é algo diferente.

Death Note ocidental é o tipo de filme que você investe a título de curiosidade. Seja pelo fato de você ser um fã da série ou por simples curiosidade.

A única vantagem é que, no conforto de seu sofá (cama, poltrona, o que preferir), sem pagar taxas adicionais além da mensalidade da Netflix, dá pra conferir o que fizeram nesse filme. Se o leitor desse texto vai se entreter ou não, aí "são outros quinhentos"...

A dica que dou é assistir sem grandes pretensões ou mesmo sem comparar ao anime e mangá - caso deseje algo próximo da franquia original, assista aos live actions japoneses.

Aqui em Death Note Netflix temos uma adaptação, e só algumas poucas referências (nomes dos personagens, atribuições específicas do Death Note, rítmo policial característico da narrativa do anime/mangá, nada que vá além disso) estão presentes no filme, logo, Death Note do Netflix não segue fielmente o plot do mangá como se deu na animação e alguns personagens estão bem diferentes do original, o que por si só não é nada de mais, só que os roteiristas americanos desenvolveram muito mal as personegens nesse longa.

Digo isso por se tornar extremamente frustrante a forma que eles moldaram certos personagens. O que me leva ao mais importante ponto da crítica.


O Pior de Death Note Netflix: Os Personagens

Se o leitor dessa resenha desconhece, Willem Defoe interpretou Ryuk nesse filme. O Duende Verde de Homem-Aranha foi Ryuk nesse longa. E acabou sendo um dos personagens que menos aparece, mais desnecessários e destoados de todo o longa.

Outra coisa que me chamou atenção é como Ryuk busca as sombras para dar aquele aspecto 'Dark' e de 'poucos amigos'. Se bem que mais parece o oposto do calangão de Dragon Ball Evolution que ao aparecer brilhava com maior intensidade que uma estrela explodindo sob Ozaru, o saiyajin lobisomem! Posso ter feito um monte de comparações à Dragon Ball, pois no final das contas esses dois produtos tem muito em comum, só que em proporções distintas.


O inoxidável Willem Defoe como Ryuk


Ryuk quando aparece no filme só percebemos a cabeça, o resto fica envolto em sombras. Se bem que a carranca do deus da morte é a mesma do mangá.

SPOILER: Na cena em que ele surge pela primeira vez para Light lembra até um boneco de Olinda. Depois disso, breves relances do corpo são revelados, só a feia carranca fica a mostra.

E antes que eu me esqueça. a maior decepção de todas: Light Turner. Para começar a matar adoidado ele até que tinha uma motivação apresentada no início do filme, mas certas atitudes tomadas por ele no decorrer do filme condizem mais com o que o Raito Yagami do mangá/anime faria do que com Light Turner.


Margaret Qualley como Mia (ou Misa)


O roteirista tentou dar ares de inteligência à Light Turner no início do filme mostrando o quão genial ele é por fazer o dever de casa dos outros e fazer um dinheirinho com isso. Se você se convenceu que ele é um inteligente rapaz do ensino médio, tudo bem, é compreensível, e fixe: só inteligente, como qualquer um pode ser apontado como tal; agora, se você acredita que esse exato sujeito é capaz de fazer as coisas que se desenrolam no filme, aí é que se encontra o pior de todos os erros.

Em síntese, Light Turner durante o filme aos poucos se mostra como uma besta quadrada, dando espaço à Mia (Misa do Netflix) alguns dos momentos mais próximos de interessante na adaptação.

Nat Wolff como Light


As reviravoltas mirabolantes no embate entre Light e L estão também presentes aqui. Só que na versão da Netflix dificilmente te convence que seria de alguma forma possível Light Turner ter pensado determinada ação com tamanha maestria.

Algo posso deixar bem claro: L é o mais bem desenvolvido personagem. Está longe de ser perfeito, mas ainda assim foi a melhor coisa que consegui encontrar nessa versão de Death Note.


Lakeith Stanfield como L


Conclusão

Ora, o filme é ruim. Digo, fracassa em inúmeros pontos, tanto na adaptação que é bem genérica e não aproveita quase nada dos desfechos inteligentes e complexos da série original, assim como falha igualmente na tentativa em dar personalidade própria às personagens do filme, mas ainda vale uma conferida despretensiosa. Nada além de conferir para tirar suas próprias opiniões sobre o que escrevi.
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Clovis de Casto escreveu a presente resenha.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Impressões do Evento Cosplay Nordeste 2017 (Segundo Dia)!



Assim como eu havia prometido nos reviews do Animokay de ir visitar o evento, aquele que vos escreve se fez presente no Cosplay Nordeste 2017 (e infelizmente não compareci ao AnimOkay por não ter caravana para o evento de Pedras de Fogo, o que é irônico).


   Acesse a página do Facebook e veja as foto que sofrivelmente tirei no evento. Para tanto, basta clicar aqui.


Cosplay Nordeste 2017 aconteceu nos dias 2 e 3 de Setembro na cidade de João Pessoa. Os dois dias de eventos se iniciaram às 10 da manhã e se encerraram às 10 da noite. As principais atividades consistiam nos conrcusos de cosplay, apresentações musicais, concurso de K-POP, Concurso de Just Dance e outras atividades do gênero.




O público que frequentou o primeiro final de semanda deste mês foi bastante seleto, consistindo quase que exclusivamente por cosplayers (como o nome e todo o resto sugere) e gamers.

Fui ao evento no segundo dia e acompanhei as atividades das 11 da manhãs às 7 da noite, logo, tenho uma boa noção do que analiso.


Dos Prós e Contras

O preço dos bilhetes - ressalto que os valores apresentados  são os de meia entrada - estavam um pouco caro. Se comprar ao ingresso do HQPB 2017 (meia entrada) você terá a surpresa de perceber que o bilhete de estudante do Cosplay Nordeste 2017 custou o mesmo que o cobrado pelo HQPB 2017: R$ 20,00. Não costumo fazer comparativos, sei que se tratam de encontros totalmente diferentes e consequentemente tem propostas diferentes, mas sinceramente, o valor do bilhete do Cosplay Nordeste deve ter afastado o pessoal mais novo de visitar o encontro (ao menos é essa a minha impressão).




Não digo que o valor da meia entrada estava absurdo e pagar 20 'mangos' foi um erro, pois passar essa informação seria desleal. Entrei na Faculdade DeVry (local'onde fora realizado Cosplay Nordeste) às 11 da manhã e só saí 7 da noite, pois estava jogando intermináveis partidas de The King Of Fighters '02 nas máquinas arcade multiemuladores; da mesma forma fechei Ultimate Street Fighter IV em um dos 5 xbox 360 disponíveis para jogar FPSs ou outros jogos de lutas; haviam ainda de dois consoles rodando Just Dance, sem mencionar um Playstation exclusivo para Rock Band... TUDO ISSO FREEPLAY!


Vale ressaltar que a imprensa local se fez presente, gravou com os cosplayers, também fez entrevistas.


Por isso, novamente friso: foi um evento voltado aos cosplayers e gamers, e enquanto gamer pude me manter entretido por um dia inteiro sem gastar nada mais além de R$ 20,00. Creio que se desse a sorte de encontrar uma máquina de arcade em alguma lanchonete ou bar de bairro, com certeza acabaria gastando mais que apenas 20 contos, somando as fichas e um suco de cajá que certamente acabaria bebendo no intervalo entre uma partida e outra.

Esqueça a parte do suco.Falhei em ser engraçado de todo o jeito... Prosseguindo!




Outro ponto bastante positivo foi o fato da entrada do evento não ter revistas desnecessárias que obrigam o visitante a tirar todo o conteúdo da mochila a fim de nenhum alimento entrar no encontro, ou melhor, até água deve ser consumido em determinados eventos. No Cosplay Nordeste 2017 não houve isso: caso desejasse, o visitante poderia levar para o evento o seu lanche de casa.

Devo alertar ainda acerca de algo que me incomodou um pouco que foram as alterações da programação que ocorreram em cima da hora. Verdade seja escrita, na página oficial do evento havia a possibilidade de ser alterada a grade de programação sem aviso prévio. Agora, confesso que foi uma surpresa ver que a programação foi realmente alterada em cima da hora.

Levantei esse tópico, pois esperava assistir a entrevista do dublador Jorge Lucas. Entrevista essa escalada para o domingo, de modo que jamais aconteceu.




Outra coisa que me chamou atenção foi a exposição de consoles de videogames antigos. Não sou o maior aficionado por videogames, mas sou um saudosista das eras 16 e 32 bit. Como muitos, cresci jogando Dynavision, Playstation 1 e Gameboy Advanced (o Super Nintendo da minha geração), olhar para aqueles consoles me trouxe uma curiosa sensação de nostalgia. Ainda mais quando passei o último recesso das aulas jogando Streets of Rage e Alien Storm no Mega Drive. E alguns deles não estavam só para exposição: tinha até um Turbo Game rodando o lendário Super Mario Bros 3.


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Considerações Finais


O evento foi bom. Me diverti e de modo algum me arrependo de ter comparecido. Digo mais, indicarei aos amigos que nunca foram a nenhuma edição do Cosplay Nordeste.

Contudo, a meia-entrada continua um pouco salgada e espero que no futuro o preço do ingresso caiba no bolso dos estudantes (inclusive no meu).

Agradeço aos organizadores e a todos que compareceram e fizeram do Cosplay Nordeste o encontro que foi. Sinceramente.

Ah, SATISFAÇÕES DO REDATOR: Antes de procurar pelo link do review do Cosplay Nordeste primeiro dia devo te alertar que só fiz a resenha do segundo dia, uma vez que só fui no segundo dia mesmo.

É isso.
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Clovis de Castro escreveu a presente resenha, participou do evento e se divertiu bastante. Espero poder voltar ano que vem!

sábado, 2 de setembro de 2017

Cosplay Nordeste 2017 Está Rolando! Confira a Programação do Evento!


Cosplay Nordeste é um evento voltado para o público cosplayer, como o nome sugere. No entanto é possível encontrar algumas atrações que atraem não só os cosplayers, mas gamers e fãs de anime/mangá/HQs.

Sei que está um pouco em cima da hora, mas confesso que foi só a dois dias que tomei corangem para ir conferir o evento - o Kalango Alpha estará no Domingo, 03/09, para conferir o encontro e documentar tudo o que aconteceu.
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   >Para eleger o dia que quiser comparecer, leia a programação na página oficial do evento clicando aqui
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Esta edição do Cosplay Nordeste será na Faculdade DeVry, ali próximo a Av. Rui Carneiro. Nunca fui lá, mas acho que o espaço deva ser agradável.

Garanta seu ingresso de imediato, pois a compra na entrada do evento fica um pouco mais caro, e graças a boa gerência do evento há possibilidade da compra on line, sendo inclusive possível o parcelamento por cartão de crédito.

Agora, se tem algo que pode incomodar um pouco que seja o consumidor é o preço do ingresso. Contudo, ainda vale a pena conferir.
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Clovis Lins de Castro escreveu o texto, vai no Domingo e espera se divertir bastante no encontro!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Mais Notícias do AnimOkay - Confira Atualizações na Programação

Elissom Carlos tem me avisado de novidades acerca da programação do evento desde o início da semana passada. Hoje, apresento aos leitores do Kalango mais sobre o que vai rolar na 6ª edição do encontro, o AnimOkay 2017!

Lembrando que o evento ocorrerá na cidade de Pedras de Fogo/Itambé, no colégio João Úrsulo no dia 27 deste mês (Agosto) e terá ingressos no valor de R$ 10,00 (antecipado) e R$ 15,00 (na entrada). Caravanas pagam a preço de antecipada... Já falei que cosplayer não paga nada?



Prêmio do Concurso de Cosplay



Os caras fecharam parceria com Câmera Geek e o resutado não poderia ser mais favorável aos cosplayers, pois o prêmio do concurso de cosplay será um ensaio fotográfico.
A iniciativa é valida e importante para os que desejam se tornar cada vez mais profissional. Um 'book' - ou seja lá como chamam hoje em dia - de fotografias servirá como um referencial (e com certeza será um direfencial) na exposição do seu trabalho na internet, por exemplo.



Gabriel Muaze se fará presente



Esse rapaz conhecido pelos 'Lolzeiros' marcará presença no AnimOkay! Quem curte o trabalho dele, tem alguma pergunta que gostaria de fazer ao cara, ou simplesmente pegar alguma dica de League of Legends, então, vá lá e prestigie a participação do Gabriel!




O Lendário Dublador Jorge Vasconcelos estará no Evento




Isso me surpreendeu. O Macaco Louco estará no AnimOkay 2017! Sim, o vilão d'As Meninas Superpoderosas, aquele mesmo! No fator nostalgia, os organizadores do evento pegaram pesado, devo admitir, pois não lembro qual tenha sido o último evento na Paraíba que trouxe essa figura mitológica a um evento de cultura pop e devo dizer: é ótimo.
De Riyuuki a Rei Gelado e outros personagens icônicos, quem não tem simpatia pela voz rouca e  semi gutural do Jorge Vasconcelos, quem?


Continue lendo, pois nesse post, segue o Projeto Atualizado do AnimOkay. E se você está se perguntando 'o que é esse tal projeto?' eu respondo: um PDF muito bem organizado que traz mais informações sobre o evento. Clique no link abaixo e faça o download do arquivo.


Sei que já escrevi no primeiro post de divugação do AnimOkay algo a respeito, porém no PDF mencionado você poderá entender o que é AnimOkay não pelas minhas palavras, mas pela visão dos idealizadores do projeto.

   ... Até o presente momento é isso. Sinceramente, mesmo que surjam novidades, confesso que a programação do AnimOkay 2017 está bastante razoável. Sério, o evento promete ser no mínimo divertido e esperamos você lá!
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Clovis de Castro escreveu o texto e espera ver o maior vilã de Townsville no AnimOkay 2017!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Ocean Waves (Umi ga Kikoeru) - Uma Animação do Estúdio Ghibli Sem Enredo Mágico!


   Ora, ora, faz um looooooongo período que não faço nenhum review sobre anime, mangá ou qualquer coisa do gênero - apesar de ser exatamente isso que escrevo sempre: animes e mangás, com poucas variações em jogos de portáteis.

   Eis que para me redimi surgiu a espontânea ideia de escrever sobre uma das primeiras animações do Estúdio Ghibli que me fora apresentado a não muito tempo atrás. Ocorre que na época do icônico Viajem de Chihiro, eu quando criança, não me senti muito atraído por aquele formato de animação que, apesar de belíssimo e merecer outros tantos superlativos, me parecia estranho. Quando digo estranho não leve para o lado negativo da coisa, contudo diferente. Mais ou menos a mesma coisa senti ao assistir aos 9 anos de idade Castelo Animado. Minha cabeça infantil não conseguiu processar aquela obra psicodélica que se desenrolava no aparelho de DVD.
   Então o parágrafo anterior foi uma justificativa pelo fato de anos depois (uma década cerrada, assisti Ocean Waves aos 19 anos) decidi dar uma segunda chance à animações do Estúdio Ghibli.

   Para muitos que conhecem Umi ga Kikeoru, podem me achar louco por ter assistido Viajem de Chihiro e Castelo Mágico, premiados em todos os lugares do mundo e aclamados pela crítica especializada e não ter criado nenhuma simpatia por estes já consagrados clássicos, mas com esse título que (espero parar de enrolar e em algumas poucas linhas iniciar de fato a resenha) ninguém conhece por não ter sido distribuído no Brasil e ter feito pouco ou mesmo nenhum sucesso em terras nipônicas e Europa, fora justamente esse média metragem que me interessou no final das contas?

   Explicarei o porquê agora.

...e foi assim que começou...

   A maioria dos produtos do Estúdio Ghibli tem uma forte carga de fantasia. Isso todos nós sabemos. Ocean Waves trás uma história simples sobre o relacionamento entre dois jovens do ensino médio, Taku Morisaki e Rikaku Muto. A 'narrativa' dos fatos se dá com as memórias de Taku na sua época de estudante, na cidadezinha de Kouchi, de modo que nos são apresentadas as lembranças mais e menos importantes no decorrer do filme, sem que no princípio você se dê conta disso. 

   Em poucas palavras, é assim que defino Umi ga Kikoeru.

   Nada parece se destacar no desenrolar da história. A trilha sonora é simples (só simples) e o orçamento para a animação parecia estar apertado ou é o que se percebe quando comparado Ocean Waves com Porco Rosso...

   Mas apesar de tudo isso, temos aqui o retrato fiel de como as coisas realmente são.

   Deixe-me explicar. Umi ga Kikoeru trás por meio das lembranças do Taku Morisaki anos após de graduado do ensino médio, o seu passado simples de garoto no interior que conhece Rikaku Muto recém transferida de Tokyo e que por um motivo banal (essa garota pede dinheiro emprestado a ele) eles começam a se relacionar - e por relacionamento não entenda exclusivamente como 'amoroso', e nesse desenrolar, o pessoal da classe dos dois começam a comentar sobre o 'namoro' dos dois, causando mal estar nos protagonistas da história e levando-os a romper aquilo que nunca existiu.
   Entendem o que isso significa? Trata-se, ao meu ver, de um dos 'Slice of Life' mais fiéis que jamais vi. As memórias do protagonista Taku Morisaki poderiam ser de qualquer um. São retratos dos primeiros arrependimentos de uma pessoa ainda em crescimento físico e emocional. Lembranças do que foi e do que poderia ser. Morisaki estava parado numa plataforma de trem e ao reconhecer do outro lado da plataforma a sua colega de classe temos um gatilho que dispara na mente do rapaz fazendo com que rememore tudo o que passou até aquele momento.

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Por que um anime que não trata sobre oceano, surf, pesca ou nada do gênero teve o título de 'Ondas do Oceano'?

Ora, é muito simples, o título faz referência aos sentimentos dos adolescentes, em constante mudança como as ondas do oceano.
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   No final do filme, quando cessam os 'flashbacks', podemos ver todos os colegas de escola dos protagonistas na reunião de turma conversando exatamente sobre isso, do que foi e do que poderia ter sido, fica claro do motivo que me fez assistir até o final: a história é boa.

Apesar de não ter uma carga emocional forte, Umi ga Kikoeru está cercado de pequenos momentos marcantes

   Apesar das falhas que vão se tornando mais claras e aparentes depois de assistir algumas vezes e ler as críticas sobre Ocean Waves, a história tem muitos dramas reais. Atualmente, quando assisto/leio algum Slice of Life percebo que variam entre comédia e drama, mas aqui temos apenas um drama palpável, até mesmo sensível.

Espero que depois desse texto você assista, pois quero saber sua opinião sobre o filme
  
   ...Sim, fui bem menos claro do que achei que realmente seria, se bem que cumpri com o prometido (nunca fiz promessa nenhuma a ninguém, diga-se de passagem) de jamais revelar spoilers. Mesmo que um e outro passe, as principais surpresas de Ocean Waves permanecem inéditas aos que só leram o presente texto.

   De qualquer modo, indico que assista ao filme. 

   Sinceramente, não é o melhor filme do Estúdio Ghibli, mas é certamente um dos mais diferentes que eles já produziram e talvez só por isso já vale dar uma conferida.
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Clovis de Castro fez a resenha e tomou um momento de profunda reflexão depois de ter assistido Ocean Wave.