domingo, 5 de março de 2017

Conheça Dylan Dog, O Investigador do Pesadelo!


 Conversando com Dhenner e Jordes, parceiros do Kalango Alpha, decidimos fazer algumas mudanças como melhorar a qualidade dos vídeos, diversificar e ousar em outras mídias como é o caso dos podcasts ainda um pouco experimentais e escrever resenhas de algo fuja do eixa anime e mangá. Pois bem, nesse primeiro semestre de 2017 o que poderá sair são textos voltados à cultura pop em geral. Então, por que não falar sobre um dos quadrinhos mais bacanas que já li? Sim, trata-se do Dylan Dog!


...O Que é Esse 'Barato'?

Dylan Dog é um fumetti de terror roteirizado por Tiziano Sclavi e inicialmente desenhado por Angelo Stano publicado pela Sergio Bonelli Editore desde o ano de 1986 na Itália.


...Do Que Trata Este 'Barato'?

Na velha vidade de Londres, na metade dos anos 1980, um ex-policial chamado Dylan Dog trabalha como detetive particular. Contando com a ajuda de seu nem tão fiel ajudante, Groucho Marx, investigam os casos que vão além do convencional, envolvendo quase sempre fenômenos sobrenaturais, místicos e coisas que nem mesmo os nossos heróis conseguem explicar no final das contas...
É, continua bastante vago. E ficará assim se você próprio não ler os HQs. "Por que você procuraria os HQs?". Ora, leia a resenha e perceba por si só.

Um dos hobies do nosso herói: tocar clarinete. 

Um 'Fumetti' em Minha Vida

Da mesma forma que chamamos histórias em quadrinho de Gibí aqui no Brasil, os norte-americanos chamam de Comic Books, sendo conhecido no Japão como Mangá. Na Itália, os quadrinhos são chamados de Fumetti, uma vez que o balão de fala dos personagens se assemelha a nuvens de fumaça (fumetti = fumaça em italiano) e é exatamente daí que vem o nome.

Uma imagem vale mais que mil palavras. Melhor definição de Fumetti não há.

Os fumetti saíram da Itália e ganharam o mundo a partir da Sergio Bonelli Editore com os títulos: Nathan Never, Dylan Dog, Mister No, e os já conhecidos Tex e Zagor.
Dylan Dog é publicado pela editora Sergio Bonelli e escreva o que estou "dizendo": aguarde por lançamentos de novas aventuras nesse ano de 2017. Os italianos continuam publicando novos fumettis do detetive inglês.

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Encontrei um número aleatório do Dylan Dog, vale à pena comprar?

Os quadrinhos não seguem ordem cronológica. Se há algum arco principal que se desenrola em rcos secundários ignoro totalmente, a única diferença é que desde sua crição há vários artistas que deram vida ao investigador inglês. Então se você topar com algum gibi avulso basta comprar e se divertir, pois cada quadrnho tem um arco fechado de início-meio-fim, de modo que qualquer leitor, seja novato ou um consumidor contumaz, poderá apreciar o fumetti.
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Tex? Conheço. Mas Nunca Ouvi Falar em Dylan Dog!

Acho dificil entender o fato de que Dylan Dog não foi popular em terras tupiniquins. Tentativas não faltaram para publicar o fumetti de terror, contudo devido ao alto valor cobrado (não pergunto quanto, pois não sei converter cruzeiro em real) somada a baixa qualidade de impressão e pouca divulgação, o título acabava sendo cancelado. A primeira tentativa foi pela Editora Record em meados de 1992 contando com apenas 11 volumes simples mais 2 especiais. Houve um volume único especial publicado pela Editora Globo em 1993, marcando a segunda aparição do presente título. Em 2002, a Editora Conrad lançou 6 volumes, dentre eles só 3 inéditos e cancelou posteriores publicações (novidade para a Conrad). Num quarto momento chega a Editora Mythos, responsável pela publicação de 40 volumes mais 6 coletâneas.

Edição ela Record...

Atenção: A Editora Lorentz trará 3 edições de Dylan Dog nesse ano de 2017!

Deu pra perceber que se em num momento o material estava pouco acessivel ao público, no outro as o público é que ignorou o título, visto que é incrivelmente comum entrar numa banquinha e ver um Tex, outro fumetti da Sergio Bonelli Editore que fora verdadeiramente abraçado pelos brasileiros. E mais uma vez, lembre-se: Dylan Dog é massa pra carvalho! foi sucesso no mundo todo, exceto aqui.

...Pela Mythos (Formatinho)...

Dentre todos os quadrinhos europeus, a obra de Tiziano Sclavi é de altíssima qualidade, sobretudo pelo roteiro cuidadoso e imprevisível que se tornou marca registrada desse título. Sim, imprevisível define Dylan Dog. Nem sempre há um realmente um monstro a se combater, da mesma forma que nem todos os clientes são o que aparecem ser, e no decorrer do fumetti fatos novos são agregados: referências literárias, 'flashbacks' que completam passagens pouco elucidativas etc.

...Pela Conrad.

A única coisa que se repete em Dylan Dog é o fato dos clientes do nosso herói tendem a ser mulheres. Na verdade, todos os clientes são mulheres jovens e atraentes. E tem mais: [SPOILER ALERT] o senhor Dog fornica com suas clientes quase sempre (bem, agora sabemos que não e por causa dos monstros, fantasmas e alienígenas que o investigador tem uma vida agitada)

Curiosidade: um dos grandes nomes da litaratura italiana contemporânea, o já falecido Umberto Eco, era fã desse HQ.

Nas páginas desse número, o próprio Umberto Eco foi personagem de uma aventura de Dylan Dog.


O Investigador do Pesadelo nos Cinemas!

Em 1994 fora produzido Dellamorte Dellamore, Cemitery Man para os estrangeiros, filme baseado em um romance escrito por Tiziano Sclavi. O pessoal da época encarou Cemitery Man como sendo uma película baseada nos quadrinhos de Dylan Dog. Não opinarei aqui por haver ressalvas.

Cartaz do filme Dellamorte Dellamore, a.k.a Cemitery Man

Contudo, no ano de 2011 Hollywood fez uma adaptação das aventuras do detetive londrino para os cinemas e cara (ou mina) para um gibi estrangeiro receber uma homenagem dessas nos faz pensar no quão relevante Dylan Dog é/foi para o mercado de HQs dos Estados Unidos.

Foi o Hype desse filme que conheci Dylan Dog

Acredito que no futuro farei uma resenha específica acerca desse filme, aguardem.


Considerações Finais. Indico isto a (à)...

Leia. Indicado aos fãs de Scooby-Doo pelas formas inteligentes de elucidação de um mistério. Indicado aos fãs de Goosebumps e afins pela adição de monstros e outros elementos sobrenaturais que entretêm aquele que acompanha a trama. Indicado aos amantes da boa literatura, pelas referências quase que constantes à Edgar Allan Poe, H.P Lovecraft e outros gênios mundiais sem parecer pedante. Indicado aos leitores descompromissados que procuram por algo novo. Indicado aos que já acompanham Mister No, Nathan Never, Tex e afins. E indicado principalmente  você, nobre leitor, por ter chegado até esse ponto da resenha.

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Clovis de Castro escreveu a resenha e lê Dylan Dog toda meia-noite de sexta-feira 13 à luz de velas.

sábado, 4 de março de 2017

Rafa Animes Vol. 8 Para Download!




 A edição de Fevereiro deste ano traz informações de novidades que repercutirão por todo o ano, acho que esse é o fator preponderante para ler a revista. E para confirmar o que digo, leia esse singelo índice que você, caro leitor, acreditará no que digo:

Fairy Tail: Filme produzido, desenhado e roteirizado por Hiro Mashima;
Sword Art Online: Sai o seu primeiro filme;
Novo Yu-Gi-Oh! estreiando na tv japonesa;
Primeiro longa compilado de Overlord;
O filme de Blame sairá pela Netflix para o mundo todo;
Boruto, o que podemos esperar desse anime?;
Duel Monsters: Nova animação sendo preparada;
Hirune Hime: assista ao curta, aguarde pelo filme;
Dance With Devils: Filme do anime musical nesse outono de 2017;
Souryo to Majiwaru Shikiyoku no: Romance, Padres e algo Ecchi;
Berserk: Nova temporada!;
Natsume Yuujinchou continua ganhando episódios animados;
Dos criadores do mítico Black Lagoon, ReCreators ganha versão animada.

Gostou? Quer mais? Acesse a página de Facebook da Rafa Animes e baixe inteiramente grátis o acervo que a equipe disponibiliza.

Link da página: https://www.facebook.com/revistarafaanimes/?fref=ts
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Clovis de Castro escreveu a resenha e olha torto para esse tal de Boruto.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Akira: Animação X Mangá


Por que ler o Mangá?

Nota do autor, jamais se esqueça: Akira não é só um longa. Na verdade, há um mangá que abarca mais de 2000 páginas de quadrinhos. Katsuhiro Otomo era mangaká antes de dirigir animações, assim como Osamu Tezuka, ou seja, vá atrás de outros títulos do Katsuhiro Otomo que certamente você encontrará outro mangá legal.
O que você lê nessas 2000 e tantas página, leitor do céu, faz com que você pense: "como que eu nunca li isso antes? Como!?". E depois desse momento sabático a primeira coisa que você fará é indicar esse título aos coleguinhas. Quando menos imaginar, o senhor foi o início de uma corrente de centenas de pessoas sobre 'O quão importante é ler Akira!'.


Mas eu não conheço o Filme, quer dizer que não precisa assistir à Animação?

Não podemos discutir a qualidade da animação de Akira (oh, eterno prodígio!) e vale ressaltar que caso não tenha assistido, assista! O quanto antes, aliás, caso não possa assistir agora, faça uma anotação, cole na sua testa e dê um jeito de fazê-lo mais tarde.
Realmente, não há falhas no filme Akira. Contudo, se eu pudesse apontar um erro, seria o fato da história não ter acabado ali! Tetsuo morre? O governo descobre algo sobre quem estava por trás de tudo aquilo? O Japão entra em colapso? Ora, todas essas perguntas que ficam no ar são respondidas pelo mangá.
Meu conselho: Assista o filme e depois continue lendo o mangá. Vale a pena, sim. A trama vai ficando cada vez mais complexa e envolvente.

Capas da edição japonesa. Essas e outras também saíram nas edições ocidentais

Akira no Brasil

Em meados de 1990, a editora Globo lança no formato americano os quadrinhos de Akira. É interessante escrever isso, uma vez que os quadrinhos japoneses não eram populares em terras tupiniquins, ou melhor, não havia nicho para esse material. Acho que dá pra contar nos dedos das mãos os títulos lançados entre 1985 e 1995! E dentre eles está Akira: gibi japonês, colorido pelo Tio Sam e distribuido no Brasil.
Confesso que não vivi esse momento, se bem que às vezes me pego pensando uma série de coisas em relação aos mangás e o público que os consumia. Primeiro, ir pra casa de um coleguinha e encontrar no meio das Marvels e D.C. um gibi oriental devia levantar algumas discussões; boas ou más, aí eu não sei. Segundo, entender o que era um mangá deviam ser outros quinhentos; a turminha comprava os quadrinhos e certamente não sabia diferenciar Comics de Gibi, Fumetti ou Mangá. Terceiro, o que vendeu os quadrinhos Akira com toda certeza foi o filme, ele deu vez aos quadrinhos.


Hoje em dia, esses gibis formatão americano são encontrados aos montes nos sebos da vida. Caso queira dar uma conferida no gibi do Akira, vá à caça que você encontra!
Anos depois sairam umas versões encadernadas bonitonas. Não sei quanto custam ou se é fácil de encontrar, pois não levantei nenhum dado. Contudo, tudo leva a crer que quem tem, não vende nem sob ameaça de morte. 

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Atenção: A editora JBC está relançando Akira no formato original e em breve o digno leitor poderá encontrar um exemplar próximo de você.
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Finalizando com Ênfase!

Aqui não tem spoilers; escrevo textos opinativos, mas nunca trago spoilers ou qualquer detalhe do enredo. Como apontado no topo do texto, repito: Assista o anime e LEIA O MANGÁ! Aguarde pelo lançamento da JBC, procure os gibis coloridos da editora globo, leia online... Não importa! No final das contas fica a seu critério, mas leia o mangá. Acompanhe uma das melhores obras gráficas que você jamais leu e seja feliz!!
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Clovis de Castro escreveu o texto e teve por colaborador indireto Jordes Oliveira, obrigado nobre colega.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Kalango Play - (GB) Nettou Fatal Fury Real Bout Special

   E pra variar um pouco, essa semana não teremos uma gameplay de The King Of Fighters... Teremos uma gameplay de Fatal Fury! Ééééééééé...
...Contudo, não se trata de qualquer Fatal Fury, estou falando do Nettou Fatal Fury Real Bout Special, lançado para Gameboy preto-e-branca pela Takara.



Gostou do material? Ajude-nos a divulgar o material do Kalango e seja feliz para sempre!
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Clovis de Castro jogou, comentou e mostrou mais uma vez quem é que manda;
Jordes Oliveira editou, comentou e mostrou mais uma vez como beijar meninas;
Dhenner Wylliam comentou e mostrou mais uma jogar no easy é desonroso...

sábado, 17 de dezembro de 2016

Cowboy Bebop: O Mangá

Sim, eu tenho os mangás. Não, essa foto não são dos meus.

   Da série "Gibis velhos que você só vai encontrar nos sebos da vida"... Cowboy Bebop: O Mangá

Cowboy Bebop é de longe uma das minhas animações favoritas e não é pra menos: enredo fantástico; trilha sonora variada e criativa; personagens fortes e marcantes; roteiro minimalista e bem trabalhado. Por essas e outras é que os tripulantes da nave Bebop são lembrados e reconhecidos mesmo nos dias atuais...
...Mas o texto é sobre o mangá Cowboy Bebop e é sobre ele que falarei, pois esgotei toda a cota de puxação-de-saco no post anterior sobre o quanto eu amo Spike Spiegel e cia.


O Mangá
Lançado pela editora JBC no ano de 2004, o mangá Cowboy Bebop contava com 6 volumes meio tanko, com o preço de R$4,90; O mangá ficou a cargo da mangaká Yukata Nanten. Não conhece ela!? Bem, nem eu.

Capa da primeira edição do quadrinho.

Na época, ao que me parece, não foi um título aguardado ou bem recebido pelos leitores, contudo esse quadrinho passou a ser procurado pelos fãs saudosistas. Sim, a demanda é pequena. O que me deixa intrigado é como o valor da coleção completa pôde ter sido tão inflacionado. O caso do mangá Cowboy Bebop é tão singular que não consigo pensar em outro título que teve seu valor de capa inflacionado no mercado editorial brasileiro, afinal diferente de um Battle Royale que sempre foi adorado pelos fãs desde seu lançamento, Cowboy Bebop passou batido em seu lançamento e mesmo hoje poucos conhecem, logo, por que há pessoas que cobram até 120 mangos?? (momento desabafo, ignore).

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Atenção: O mangá não é uma adaptação do anime. Aqui temos histórias novas no estilo do desenho animado. Percebeu?
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Mas afinal, presta ou não?

Sinceramente, o mangá é mediano. Não tem nada incrível aqui ou que mereça destaque nesta humilde resenha.
Particularmente, gosto dele, sério. O que decepciona é o fato tanto da arte quanto do roteiro serem simples. Entende o que quero dizer? O anime era fenomenal (fenomenal!), aqui só é... bom. Os desfechos de uns capítulos tendem a ser mais cômicos; outros se voltam para a proposta do anime que é uma miscelânea de referências, contudo no mangá não funciona tão bem. Ele tenta ser ao máximo fiel ao anime, esse é um mérito que devo reconhecer. Agora, se você, leitor, vai gostar ou não, só lendo pra saber.
Vale a pena conferir? Sim, certamente. Caso seja fã da série que nem eu, eis um prato cheio. Diria até que vale a pena comprar a coleção completa. Só tenha cuidado com o quanto vai pagar...
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Clovis de Castro escreveu o texto e espera algum dia encontrar os volumes 1 e 5 para enfim completar a coleção. Vamos torcer por ele.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Revista Rafa Animes Vol. 7 Para Download!




   Eis que a Rafa Anime nos presenteia com a edição especial de final de ano da revista. Confira o que encontramos nela:

Death Note: Novo filme live-action acaba de sair;
Evangelion: Depois de 20 anos de sucesso, o último filme é confirmado;
World Trigger: Mangá continuará em hiato;
Hand Shakers: Anime novo nas tv's japonesas;
Girls Und Panzer: Confirmada nova sequência;
Yuki Yuna is a Hero: Nos cinemas e tv do Japão;
Animações indicadas ao Oscar;
Acca 13: Mangá ganha adaptação para anime;
Tales Of Zestiria the X: Novidades da série;
Kekkai Sensen: Nova temporada para 2017;
Gintama volta a televisão japa, mas passará de madrugada!;
Code Geass: Saiba mais sobre o novo anime;
Shingeki no Kiyojin: Nova temporada na primavera de 2017;
Sakura Quest: Novo anime em produção;
Trinity Seven: Filme em andamento;
Nota editorial.
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Clovis de Castro leu o texto e dará uma conferida nesse novo filme do Evangelion quando sair!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Kalango Play - (GBA) KOF EX2 Howling Blood

   Olá senhores! É com muito prazer que trago a gameplay de The King Of Fighters EX2 Howling Blood, o segundo KoF lançado para Gameboy Advance, desenvolvido pela SNK Playmore. Apesar da Playmore não ter feito jogos memoráveis nessa época, ainda temos o lançamento desse que creio ser o melhor jogo de luta do GBA. Dividindo opiniões com Street Fighter Alpha III, port dos arcades para o portátil.

   Confiram essa longplay comentada e dê a sua opinião acerca de suas experiências pessoais com o jogo, primeiras impressões caso não conhecia etc.


   Gostou do material? Curta, comente, compartilhe e se inscreva para receber notificações sempre que algum vídeo novo estiver para sair!
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Clovis de Castro jogou, comentou na gameplay e indica a todos que joguem;
Jordes Oliveira comentou , editou o vídeo e ficou impressionado minhas habilidades;
Dhenner Wylliam comentou e só joga no modo hard (he-he-he).